“Salve Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe!”

São Benedito, 10 de maio de 2012 (SISF). O Santuário Nossa Senhora de Fátima celebra nesta 2ª feira, dia 13, a FESTA DA PADROEIRA. Dia treze aqui é sempre dia de ‘GRAÇAS’ e sendo TREZE DE MAIO, será uma inundação de romeiros e de graças.

 Avançando no Ano da Fé, meditamos ao longo do novenário sobre a Fé de Maria: “Feliz és tu, porque acreditaste”! Venha viver no Santuário neste dia 13 de maio momentos marcantes de fé e devoção. Esperamos você!

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 Organize sua caravana e venha celebrar conosco. Goze das prerrogativas de um Santuário e receba indulgências plenárias na Festa de Nossa Senhora de Fátima neste ANO DA FÉ.

 Celebraremos missas nos seguintes horários: 6h30, 8h00, 10h00, 12h00, 15h00 17h00 e 19h00. Ao chegar, registre sua caravana na secretaria do santuário (ou antecipadamente pelo tel.: (88) 3626-1624; 3626-1133); email: reitoria@santuariodefatima.org.br

 Organize sua romaria e venha ao encontro da graça de Deus. Para você que não poderá estar aqui fisicamente, acompanhe pela Web TV Maria Mãe de Deus. Transmitiremos, ao vivo, todas as missas. Nossa Senhora abençoe você e sua família. Rendamos graças a Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, participando na Missa para maior glória de Deus, para a maior alegria de Nossa Senhora e para alcançar auxílios nas nossas necessidades espirituais e temporais.

Veja abaixo a liturgia da missa própria de Nossa Senhora de Fátima:

 Missa de NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

 ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Hebr 4, 16 –  Vamos confiantes ao trono da graça e alcançaremos a misericórdia do Senhor. Aleluia. 

ORAÇÃO DA COLETA - Deus de infinita bondade, que nos destes a Mãe do vosso Filho como nossa Mãe, concedei-nos que, seguindo os seus ensinamentos e com espírito de verdadeira penitência e oração, trabalhemos generosamente pela salvação do mundo e pela dilatação do reino de Cristo. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 Primeira leitura (Gn 3,9-15.20): “Maria veio a ser a Mãe espiritual de todos os homens”.

 Leitura do Livro do Gênesis

 Depois de Adão ter comido do fruto da árvore, o Senhor Deus chamou-o e disse-lhe: “Onde estás?”. Ele respondeu: “Ouvi teu ruído no jardim. Fiquei com medo, porque estava nu, e escondi-me”. Deus perguntou: “E quem te disse que estavas nu? Então comeste da árvore, de cujo fruto te proibi comer?” O homem respondeu: “A mulher que me deste por companheira, foi ela que me fez provar do fruto da árvore, e eu comi”. Então o SENHOR Deus perguntou à mulher: “Por que fizeste isso?” E a mulher respondeu: “A serpente enganou-me, e eu comi”. E o SENHOR Deus disse à serpente: “Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais domésticos e entre todos os animais selvagens. Rastejarás sobre teu ventre e comerás pó todos os dias de tua vida. Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”. À mulher ele disse: “Multiplicarei os sofrimentos de tua gravidez. Entre dores darás à luz os filhos. Teus desejos te arrastarão para teu marido, e ele te dominará”. Ao homem ele disse: “Porque ouviste a voz da tua mulher e comeste da árvore, de cujo fruto te proibi comer, amaldiçoado será o solo por tua causa. Com sofrimento tirarás dele o alimento todos os dias de tua vida. Ele produzirá para ti espinhos e ervas daninhas, e tu comerás das ervas do campo. Comerás o pão com o suor do teu rosto, até voltares ao solo, do qual foste tirado. Porque tu és pó e ao pó hás de voltar”. O homem chamou à sua mulher “Eva”, porque ela se tornou a mãe de todos os viventes. Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Judite 13, l8bcde.19 (R. 15, 9d)

Monição: Maria, a bendita de todas as mulheres, é a nossa advogada, auxiliadora, socorro e medianeira (L.G. n.º 62). É a nossa mãe. Aclamemo-la.

Refrão: Tu és a honra do nosso povo.

 Bendita sejas, minha filha, pelo Deus Altíssimo, mais do que todas as mulheres da terra; e bendito seja o Senhor nosso Deus, criador do céu e da terra.

 Ele enalteceu de tal forma o teu nome que nunca mais deixarão os homens de celebrar os teus louvores e recordarão eternamente o poder de Deus.

Não poupaste a vida perante a humilhação da nossa raça, mas evitaste a nossa ruína, caminhando com retidão na presença do nosso Deus.

Segunda Leitura (Ap 21, 1-5a): Maria, membro eminente inteiramente singular da Igreja, seu tipo e exemplar perfeitíssimo na Fé e na Caridade (L.G. nº 53) foi levada ao céu em corpo e alma (L.G. nº 59). Lá se encontra a Igreja triunfante e gloriosa convivendo plenamente com a Trindade Santíssima sem a menor sombra de mal nem dor.

Leitura do Apocalipse de São João

Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra, porque o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido e o mar já não existia. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do Céu, da presença de Deus, bela como noiva adornada para o seu esposo. Do trono ouvi uma voz forte que dizia: Eis a morada de Deus com os homens.Deus habitará com os homens: eles serão o seu povo e o próprio Deus, no meio deles, será o seu Deus. Ele enxugará todas as lágrimas dos seus olhos; nunca mais haverá morte nem luto, nem gemidos nem dor, porque o mundo antigo desapareceu». Disse então Aquele que estava sentado no trono: «Vou renovar todas as coisas». Palavra do Senhor.

 EVANGELHO Mt 12, 46-50: Cristo disse do alto da Cruz: “Mãe eis o Teu filho. Filho, eis a tua Mãe”. E com tais palavras abriu, de um modo novo, o Coração da Sua Mãe que com o seu sim aceita também ser Mãe da Igreja (João Paulo II em Fátima).

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo João

Naquele tempo, estavam junto à cruz de Jesus sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas e Maria Madalena. Ao ver sua Mãe e o discípulo predileto, Jesus disse a sua Mãe: “Mulher eis o teu filho”.

Depois disse ao discípulo: “Eis a tua Mãe”. E a partir daquela hora, o discípulo a recebeu em sua casa. Palavra da Salvação

 ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Por este sacrifício de reconciliação e de louvor, que Vos oferecemos na festa da Virgem Santa Maria, perdoai benignamente, Senhor, os nossos pecados e orientai os nossos corações no caminho da santidade e da paz. Por Nosso Senhor.

 PREFÁCIO Maria, imagem e mãe da Igreja

 V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

V. Demos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 Senhor, Pai santo, Deus eterno e onipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, e exaltar a vossa infinita bondade ao celebrarmos a festa da Virgem Santa Maria.

 Recebendo o vosso Verbo em seu Coração Imaculado, ela mereceu concebê-l’O em seu seio virginal e, dando à luz o Criador do universo, preparou o nascimento da Igreja. Junto à cruz, aceitou o testamento da caridade divina e recebeu todos os homens como seus filhos, pela morte de Cristo gerados para a vida eterna.

Enquanto esperava, com os Apóstolos, a vinda do Espírito Santo, associando-Se às preces dos discípulos, tornou-Se modelo admirável da Igreja em oração.

 Elevada à glória do Céu, assiste com amor materno a Igreja ainda peregrina sobre a terra, protegendo misericordiosamente os seus passos a caminho da pátria celeste, enquanto espera a vinda gloriosa do Senhor.

 Por isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando a uma só voz: Santo, Santo, Santo.

 ANTÍFONA DA COMUNHÃO cf. Judite 13, 24-25 - Bendito seja o Senhor, que deu tanta glória ao vosso nome: todas as gerações cantarão os vossos louvores.

 Ou Jo 19, 26-27 - Suspenso na cruz, Jesus disse a sua Mãe: Eis o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis a tua Mãe.

 ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Concedei, Senhor, que o sacramento que recebemos conduza à vida eterna aqueles que proclamam a Virgem Santa Maria Mãe do vosso Filho e Mãe da Igreja. Por Nosso Senhor.

Liturgia das horas

Da Exortação Apostólica Signum magnum do Papa Paulo VI (Dia 13 de Maio de 1967: AAS 56, 1967, 4-473, 475)

 Maria, Mãe da Igreja e Advogada dos fiéis

Por ocasião das cerimônias religiosas que têm lugar nestes dias em Fátima, Portugal, em honra da Virgem Mãe de Deus, onde acorrem numerosas multidões de fiéis para venerarem o seu coração maternal e compassivo, desejamos mais uma vez chamar a atenção de todos os filhos da Igreja para o inseparável vínculo que existe entre a maternidade espiritual de Maria e os deveres que têm para com Ela os homens resgatados.

Julgamos ser de grande utilidade para as almas dos fiéis considerar duas verdades muito importantes para a renovação da vida cristã. A primeira verdade é esta: Maria é Mãe da Igreja, não só por ser Mãe de Jesus Cristo e sua íntima colaboradora na nova economia da graça, quando o Filho de Deus n’Ela assumiu a natureza humana para

libertar o homem do pecado mediante os mistérios da sua carne, mas também porque brilha à comunidade dos eleitos como admirável modelo de virtude.

 Depois de ter participado no sacrifício redentor de seu Filho, e de maneira tão íntima que mereceu ser por Ele proclamada Mãe não somente do discípulo João, mas – seja consentido afirmá-lo – do gênero humano, por este de algum modo representado, Ela continua agora no Céu a desempenhar a sua função materna de cooperadora no nascimento e desenvolvimento da vida divina em cada alma dos homens remidos.

 Mas de que modo coopera Maria no crescimento da vida da graça nos membros do Corpo Místico? Antes de tudo, pela sua oração incessante, inspirada por uma ardentíssima caridade. A Virgem Santa, de fato, gozando embora da contemplação da Santíssima Trindade, não esquece os seus filhos que caminham, como Ela outrora, na peregrinação da fé; pelo contrário, contemplando-os em Deus e conhecendo bem as suas necessidades, em comunhão com Jesus Cristo que está sempre vivo para interceder por nós, deles se constitui Advogada, Auxiliadora, Amparo e Medianeira.

No entanto, a cooperação da Mãe da Igreja no desenvolvimento da vida divina nas almas não consiste apenas na sua intercessão junto do Filho. Ela exerce sobre os homens remidos outra influência importantíssima, a do exemplo, segundo a conhecida máxima: as palavras movem, o exemplo arrasta. Realmente, tal como os ensinamentos dos pais adquirem maior eficácia quando são acompanhados pelo exemplo duma vida conforme as normas da prudência humana e cristã, assim também a suavidade e o encanto das excelsas virtudes da Imaculada Mãe de Deus atraem irresistivelmente as almas para a imitação do divino modelo, Jesus Cristo, de que Ela foi a mais perfeita imagem.

Mas nem a graça do divino Redentor nem a poderosa intercessão de sua e nossa Mãe espiritual poderiam conduzir-nos ao porto da salvação, se a tudo isso não correspondesse a nossa perseverante vontade de honrar Jesus Cristo e a Virgem Mãe de Deus com a fiel imitação das suas sublimes virtudes. É, pois, dever de todos os cristãos imitar religiosamente os exemplos de bondade que lhes deixou a Mãe do Céu. É esta a segunda verdade sobre a qual nos agrada chamar a vossa atenção. É em Maria que os cristãos podem admirar o exemplo que lhes mostra como realizar, com humildade e magnanimidade, a missão que Deus confiou a cada um neste mundo, em ordem à sua eterna salvação e à do próximo.

Uma mensagem de suma utilidade parece chegar hoje aos fiéis da parte d’Aquela que é a Imaculada, a toda santa, a cooperadora do Filho na restauração da vida sobrenatural das almas. A santa contemplação de Maria incita-os, de fato, à oração confiante, à prática da penitência, ao santo temor de Deus, e recorda-lhes com frequência aquelas palavras com que Jesus Cristo anunciava estar perto o reino dos Céus: Arrependei-vos e acreditai no Evangelho, bem como a sua severa advertência: Se não vos arrependerdes, perecereis todos de maneira semelhante.

 Comemorando-se este ano o vigésimo quinto aniversário da solene consagração da Igreja a Maria Mãe de Deus e ao seu Coração Imaculado, feita pelo Nosso Predecessor Pio XII no dia 31 de Outubro de 1942, por ocasião da Rádio – Mensagem à Nação Portuguesa – consagração que Nós mesmo renovamos no dia 21 de

Novembro de 1964 – exortamos todos os filhos da Igreja a renovar pessoalmente a sua própria consagração ao Coração Imaculado da Mãe da Igreja e a viver este nobilíssimo ato de culto com uma vida cada vez mais conforme à vontade divina, em espírito de serviço filial e devota imitação da sua celeste Rainha.

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Romaria da Ressurreição

Nossa Senhora na Ressurreição

 

São Benedito, 12 de abril de 2013. O Santuário Nossa Senhora de Fátima da Serra Grande celebra neste dia 13 de abril, A GRANDE ROMARIA DA RESSURREIÇÃO no Ano da Fé. Por ser a Romaria da Páscoa utilizaremos a Santa Missa Votiva de Nossa Senhora no Tempo Pascal, com o título de “A VIRGEM MARIA NA RESSURREIÇÃO DO SENHOR”.

Nesta liturgia nos propomos celebrar a alegria pascal de Maria. Aquela que junto à Cruz deu à luz a Igreja ao aceitar ser proclamada nossa Mãe, é também a que agora alenta a nossa FÉ PASCAL. Esta missa celebra a Ressurreição do Senhor e a alegria que dela transborda, para o mundo todo que Deus Pai pela ressurreição do Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo se dignou alegrar:  ”Alegrai-vos, Virgem Mãe! Cristo ressurgiu do sepulcro, aleluia!”

O que é e como receber INDULGÊNCIAS PLENÁRIAS NO SANTUÁRIO? 

Na doutrina católica Indulgência (do latim indulgentia, que provém de indulgeo, “para ser gentil”) é o perdão fora dos sacramentos, total ou parcial, “da pena temporal devida, para a justiça de Deus, pelos pecados que foram perdoados,” ou seja, do mal causado como conseqüência do pecado já perdoado, “a remissão é concedida pela Igreja Católica no exercício do poder das chaves, por meio da aplicação dos superabundantes méritos de Cristo e dos santos, por algum motivo justo e razoável.” Embora “no sacramento da Penitência a culpa do pecado é removida, e com ele o castigo eterno devido ao pecado mortais, ainda permanece a pena temporal exigida pela Justiça Divina, e essa exigência deve ser cumprida na vida presente ou no mundo vindouro, isto é, o Purgatório. Uma indulgência oferece ao pecador penitente meios para cumprir esta dívida durante sua vida na terra”, reparando o mal que teria sido cometido pelo pecado.

Para receber indulgências plenárias no Santuário pelo ANO DA FÉ, você precisa cumprir as seguintes condições:

- Confessar e comungar.

- Rezar a PROFISSÃO de FÉ.

- Rezar um Pai Nosso e três Ave Marias nas intenções do Santo Padre.

- Participar piedosamente da Santa Missa.

(Na Região Sul da Diocese de Tianguá, o Santuário de Fátima da Serra Grande, foi a única Igreja indicada pelo Bispo que concede esta graça).

Veja  nossos horários de missa e confissões para este dia treze: 

- Missas:  

  1. 06h30: com o Padre Antônio Irineu (Reitor do Santuário Nossa Senhora de Fátima, São Benedito-Ce).
  2. 08h00: com o Padre Arnalton Dias (Pároco da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, Carnaubal-Ce).
  3. 10h00: com o Padre Eufrázio Filho (Pároco da Paróquia de Sant’Ana, Varjota-Ce).
  4. 12h00: com o Padre Edvam (Padre Jesuita e Pároco de São Pedro, Tianguá-Ce).
  5. 15h00: com o Padre Anchieta Aguiar (Pároco da Área Pastoral Beato João Paulo II).
  6. 17h00: com o Padre Raimundo Lúcio (Pároco da Área Missionária Imaculada Conceição de Inhuçu-Ce).
  7. 19hoo: com o Padre Fellinto Britto (Padre cooperador do Santuário Nossa Senhora de Fátima, São Benedito-Ce).

- Confisssões:  

Durante todo o dia na Capela da Divina Misericórdia com os padres:

  • Padre Antonio Irineu. 
  • Padre Fellinto Britto.
  • Padre Manoel Gomes (Tianguá-Ce)
  • Padre Nicodemos (Graça-Ce).
  • Padre Edvam (Tianguá-Ce).
  • Padre Felipe (Croatá-Ce)
  • Padre Arnalton (Carnaubal-Ce).

Venha viver no Santuário momentos marcantes de fé e devoção. Esperamos por você!

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Histórico encontro entre Papa Francisco e o Papa emérito Bento XVI: “Somos irmãos”

Papas Francisco e Bento XVICastel Gandolfo, 23 de março de 2013 (RV) - O Papa Francisco encontrou-se neste sábado, 23, pela primeira vez com seu predecessor, o Papa emérito, Bento XVI, em Castel Gandolfo, nas proximidades de Roma. Ao meio-dia Francisco se dirigiu de helicóptero à pequena cidade para o encontro com o Papa emérito onde almoçaram juntos num fato sem precedentes na história da Igreja.

Após um voo de 20 minutos o Papa Francisco aterrissou no heliporto das Vilas Pontifícias de Castel Gandolfo, acolhido pelo Papa emérito Bento XVI. Presentes também o Bispo de Albano, Dom Marcello Semeraro e Saverio Petrillo, Diretor das Vilas Pontifícias e Dom Georg Gänswein. Papa Francisco e Bento XVI utilizaram o mesmo automóvel para chegar até a Residência Pontifícia.

Segundo o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, o helicóptero papal aterrissou às 12h15, hora de Roma. O Santo Padre estava acompanhado pelo Substituto da Secretaria de Estado, Dom Becciu, por Mons. Sapienza e por Mons. Alfred Xuereb.

Apenas o Papa tocou terra, Bento XVI se aproximou dele e houve um abraço belíssimo entre os dois, disse Pe. Lombardi. Na Residência Apostólica os dois protagonistas deste histórico encontro foram até o apartamento e imediatamente à capela para um momento de oração.

Na capela, o Papa emérito ofereceu o lugar de honra a Papa Francisco, mas esse disse: “Somos irmãos”, e pediu que se ajoelhassem juntos no mesmo banco, contou Pe. Lombardi. Após um breve momento de oração, se dirigiram para a Biblioteca privada, e por volta das 12h30, teve início o encontro reservado que durou cerca de 45 minutos.

Padre Lombardi destacou ainda que o Papa emérito estava vestindo uma simples batina branca, sem faixa e sem capa; ao invés Papa Francisco usou uma batina branca com faixa e capa.
Presentes ainda no almoço os dois secretários, portanto, Dom Georg e Mons. Xuereb.

Padre Lombardi referiu também que Papa Francisco presenteou Bento XVI com um ícone de Nossa Senhora da Humildade. O Santo Padre explicou a Bento XVI que “esta Nossa Senhora é a da Humildade, e eu pensei no senhor e quis dar-lhe um presente pelos muitos exemplos de humildade que nos deu durante o seu Pontificado”, destacou Papa Francisco.

Desde o dia 28 de fevereiro, Bento XVI reside neste local, onde acompanhou a eleição do Cardeal Bergoglio como Sumo Pontífice, e aguarda o fim das reformas no mosteiro Mater Ecclesiae dentro do Vaticano.

Papa Francisco, nos seus discursos, tem manifestado palavras de afeto a Bento XVI, chamando-o, seguidamente de “meu Predecessor, o querido e venerado Papa Bento XVI”.

Já na sua primeira aparição no balcão central da Basílica de São Pedro disse “Rezemos pelo nosso Bispo emérito Bento XVI. Rezemos todos juntos por ele, para que o Senhor o abençoe e a Virgem Maria o proteja”.

Após o almoço Papa Francisco retornou ao Vaticano. (SP)

Tanto o atual Papa Francisco quanto antecessor Bento XVI usaram vestes brancas (Foto: AFP)
Papa Francisco e Bento XVI durante o encontro neste sábado (Foto: Osservatore Romano/AP)
Papa Francisco e Bento XVI durante o encontro neste sábado (Foto: Osservatore Romano/AP)
Francisco e Bento XVI rezam juntos em capela (Foto: Osservatore Romano/AP)
Francisco e Bento XVI rezam juntos em capela (Foto: Osservatore Romano/AP)
Bento XVI e Papa Francisco se reúnem em Castel Gandolfo (Foto: Osservatore Romano/AFP)
Bento XVI e Papa Francisco se reúnem em Castel Gandolfo (Foto: Osservatore Romano/AFP)
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Romaria Quaresmal no Ano da Fé

igrejaVirgem Maria, Mãe da Reconciliação

São Benedito, 12 de março de 2013. Com a oração do santo terço e a procissão de velas que acontecem a cada dia 12 as 18h, o Santuário se prepara para a Grande Romaria do dia 13. E neste dia 13 de março, celebraremos a Romaria Quaresmal do Ano da Fé.

 A Quaresma chama-nos especialmente ao encontro de Deus no abraço da reconciliação. Reconhecer que somos pecadores e buscar a reconciliação é um exercício de maturidade humana, que torna possível a conversão, a pacificação, a inserção numa nova vida que começa no perdão.

Cristo é nosso reconciliador com o Pai: “O sangue que derramou paga nossa liberdade e nos merece o perdão dos pecados”.

Chamar Maria “Mãe da Reconciliação” não é atribuir a ela o papel que cabe somente a Cristo. Conceder-lhe este título é assumir a tradição que sempre a invocou como “refúgio dos pecadores”. É reconhecer que a Mãe de Deus e nossa Mãe está mais capacitada que ninguém para estabelecer a paz entre todos os irmãos.

Há uma aparição de Nossa Senhora que fala especificamente da Reconciliação. Trata-se da mensagem de Salette, que é sempre atual! Nunca cai de moda! Pois é uma mensagem de RECONCILIAÇÃO! E quem, mormente, nos dias de hoje não precisa de reconciliação? Estamos a todo instante magoando alguém ou sendo magoados. Somos sensíveis, uns mais outros menos. Nossa Senhora também em Fátima nos faz um veemente apelo a conversão e reconciliação.

PERDOAR É PRECISO! RECONCILIAR-SE PRIMEIRAMENTE COM DEUS e, depois, com os irmãos. Quando pecamos nos distanciamos de Deus. Ele é sempre o mesmo!. Mas, nós humanos, somos fracos, volúveis e precisamos sempre da Graça de Deus. Pelo Sacramento da Confissão, nos Reconciliamos com Deus e com os irmãos, consequentemente.

Veja a nossa programação para este dia 13 de março:

  • 06h30 – Santa missa  (Padre Antonio Irineu – reitor do santuário)
  • 08h00 – Santa missa  (Padre Eufrázio – pároco de Varjota)
  • 10h00 – Santa missa  (Padre Antonio Irineu)
  • 12h00 – Santa missa  (Padre Fellinto – cooperador do santuário)
  • 15h00 – Santa missa  (Padre Antonio)
  • 17h00 – Santa missa  (Padre Fellinto)
  • 19h00 – Santa missa  (Padre Fellinto)
  • Confissões: durante todo o dia na Capela da Misericórdia.

Acompanhe toda a nossa programação, em tempo real, pela nossa WEB TV MARIA MÃE DE DEUS

Obs.: Como os padres da Diocese estão em retiro durante esta semana, advertimos  que as confissões serão um tanto limitadas. Muito obrigado pela compreensão e boa romaria.

Administração do Santuário

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Campeões de FÉ e Cidadania

Equipe do Santuário no Setor de Captação

Equipe do Santuário no Setor de Captação

São Benedito, 07 de março de 2013 (SISF). Em cerimonial muito concorrido no La Maison Dunas, com as presenças do Governador Cid Gomes e do Ex Ministro de Estado Ciro Gomes, o Santuário Nossa Senhora de Fátima da Serra Grande foi um dos agraciados no Prêmio Contribuintes 2012. Foi agraciado na categoria entidades filantrópicas.

O Santuário desde 2007, participa do programa do Governo do Estado do Ceará “SUA NOTA VALE DINHEIRO”, uma campanha educativa que motiva o cidadão pedir a nota fiscal de todo produto ou serviço que consuma. Em contrapartida, o Estado repassa meio por cento do valor das notas.

Nestes seis anos o Santuário foi a entidade filantrópica que mais enviou notas e cupons fiscais para a SEFAZ. Sendo que nos últimos cinco anos ficamos 4 vezes em primeiro e 1 vez em segundo lugar. Como explicar que uma entidade do interior do estado consiga superar as entidades da Região metropolitana de Fortaleza?

Em primeiro lugar, acreditamos que esta é uma vitória de Nossa Senhora, pois muitos fiéis fazem questão de nos doar suas notas. E nós acreditamos piamente que isto se deve a ação da Mãe da Divina Providência.  E esse é nosso lema: “Confiança e Trabalho” (atualização da máxima de São Bento: “Ora et Labora”).

Em segundo lugar, imputamos este resultado a organização e empenho da Equipe do Santuário. O Santuário desde o princípio, tem investido forte na formação e treinamento de sua equipe e na conscientização dos fiéis. Para isso investiu muito em material de divulgação e urnas para arrecadar cupons fiscais. Nossa equipe tem trabalhado com entrega e comprometimento.

Em terceiro lugar apontamos a força do nome do Santuário de Fátima. Projeto muito importante para todo o Ceará. À força da liderança do Santuário associamos a participação de todos os fiéis e empresários que nos tem apoiado na captação de notas e cupons fiscais.

Agradecer para nós não é um dever, mas um direito do qual não abrimos mão. Muitíssimo obrigado! Deus lhes paguem. E o sinal mais eloquente da nossa gratidão é o Santuário sempre pronto para receber bem todos os fiéis. Venha nos visitar e veja como está sendo aplicado os recursos da Campanha.

Em particular, agradecemos nesta oportunidade, à equipe de captação de recursos do santuário (que tem se desdobrado para cumprir e superar metas), aos empresários que nos apoiam (acolhendo as urnas do santuário em suas empresas), e ao amigo Bismarck Bastos (grande responsável pela participação do santuário neste Programa). Muito obrigado!

Como nossa missão é ‘Rezar por Você’, conte sempre com nossa oração. Que Deus abençoe a todos e Nossa Senhora de Fátima os envolva com seu manto.

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“Convertei-vos, senão vós morrereis” (Ez 33,11)

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“TIRA AS SANDÁLIAS”…

Liturgia dominical - 3º DQ CA Liturgia desse terceiro domingo da Quaresma é um forte  APELO À CONVERSÃO.

Esta se concretiza quando apresentamos frutos de amor, paz e justiça.

Conversão é um longo processo de renovação, em que devemos nos desfazer de uma porção de coisas, para tornar possível em nós a “libertação”.

Devemos tirar as cômodas sandálias que calçamos, para pisar com mais segurança os caminhos sagrados do Senhor…

A 1ª. LEITURA narra a VOCAÇÃO DE MOISÉS. (Ex 3,1-8.13-15)

- Inicialmente, Deus se manifesta na sarça ardente e manda tirar as sandálias.

Deve pisar o pó de onde veio. Sua grandeza vem de Deus e não de si mesmo.

- Depois, confia a Moisés a missão de libertar o seu povo. Assim começa a longa marcha dos hebreus através do deserto.

Deserto foi o tempo e o local de uma longa Quaresma, onde Deus purificou o seu povo dos costumes pagãos e o conduziu a uma religião mais pura e à posse da Terra Prometida…

* O Êxodo do Povo de Deus é figura do caminho de conversão, que o cristão é chamado a realizar, de modo especial na Quaresma.  O Deus libertador exige de nós uma luta permanente contra tudo aquilo que nos escraviza e que impede a manifestação da vida plena.

Na 2ª. LEITURA, Paulo recorda os fatos extraordinários realizados por Deus no deserto em favor do seu povo…  e faz uma advertência contra a falsa segurança religiosa deles: “Todos comeram o mesmo pão espiritual (o maná), todos beberam a mesma bebida espiritual (água do rochedo)…

Mas nem todos assumiram a Aliança. Por isso foram sepultados no deserto, não entraram na Terra prometida”.  (1Cor 10, 1-6.1-12)

O Apóstolo alerta os cristãos para não cair no mesmo perigo. A verdadeira vivência cristã não é apenas a participação regular nos sacramentos,  mas uma vida de comunhão com Deus, que se transforma em gestos de amor e partilha com os irmãos.

 O EVANGELHO é um forte apelo à CONVERSÃO. (Lc 13,1-9)

O Texto fala de dois acontecimentos trágicos daqueles dias:

a matança de Pilatos… e a queda da torre de Siloé: 18 mortos. - Jesus não concorda que a desgraça é sinal do castigo de Deus,  pelo contrário, é um apelo de conversão aos sobreviventes: “Vocês pensam que eles eram mais pecadores do que vocês?” “Se vocês não se converterem, morrerão todos do mesmo modo…”

Rejeitar a ação salvadora de Deus, oferecida em Jesus é pior que um desastre. + E com a parábola da FIGUEIRA ESTÉRIL, Jesus ilustra a resistência de Israel à conversão e a bondade e a paciência de Deus, disposto a esperar mas não indefinidamente: ”Senhor, deixa ainda esse ano.    Vou cavar em volta dela e colocar adubo…  Talvez depois disso, venha a dar frutos…”

Esse Servo é JESUS, que pede uma nova chance para seu povo,  sabendo que o Pai é bondoso e cheio de amor.

* CONVERSÃO não é apenas uma penitência externa,  ou um simples arrependimento dos pecados,  é um convite à mudança de vida, de mentalidade, de atitudes,  de forma que Deus e os seus valores passem a estar em primeiro lugar.

+ QUEM É ESSA FIGUEIRA?

Somos todos nós, a nossa família, a Igreja, a sociedade.  Os frutos são as boas ações, que devemos realizar.

- Há cristãos que foram educados na fé do evangelho.  Receberam dos pais, da escola e da comunidade uma boa educação na fé.  E depois… nenhum fruto…

- Há famílias que têm tudo para ser fermento no meio de outras famílias, para atuar na Igreja e na sociedade, pois receberam muitos talentos. Mas onde estão os frutos?

- Há grupos de cristãos, movimentos e comunidades, que há anos são privilegiados com encontros, celebrações, missas, cursos…   e nada de frutos…

- Há cristãos que até participam assiduamente na igreja,  mas nunca se comprometem com pastorais, com grupos de reflexão  e outros serviços da comunidade… São figueiras estéreis que estão tomando o lugar de outras…

Resumindo: A Liturgia de hoje é:

- UM FORTE APELO À CONVERSÃO, que se manifesta através de boas obras,  que correspondem ao amor generoso do Pai.

- UMA ADVERTÊNCIA: Deus é paciente e generoso em esperar,  Mas a espera de Deus tem um limite… à Será que não estamos já esgotando a paciência de Deus? à Quais são as sandálias que devemos tirar de nossos pés,  para ser possível esse caminho sagrado da Conversão  e assim produzir os frutos esperados por Deus?

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa – 03.03.2013

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A última audiência de Bento XVI: “Estou emocionado, vendo aqui a Igreja viva”

Última Audiência Geral do Papa Bento XVI - Praça de São Pedro

Última Audiência Geral do Papa Bento XVI – Praça de São Pedro

Cidade do Vaticano, 27 de fevereiro de 2013. Quase 200 mil pessoas na praça de São Pedro para a última audiência do Papa: “Tempos difíceis, mas o Senhor não deixa sua barca afundar”. E garantiu: “Não abandonei a Cruz…”

“Amar a Igreja significa também ter a coragem de fazer opções difíceis, árduas, tendo sempre em vista o bem da Igreja e não nós mesmos” – recordou Bento XVI, na serena e ao mesmo tempo vibrante alocução que constituiu a última palavra pública do seu pontificado.

Na véspera de deixar o ministério petrino (amanhã, quinta-feira, 28 de fevereiro, às 20 horas), o Papa quis, antes de mais, “dar graças de todo o coração a Deus, que guia e faz crescer a Igreja, que semeia a sua Palavra, alimentando assim a fé no seu Povo”.

Bento XVI alargou o seu olhar a toda a Igreja e a todo o mundo, assegurando levar a todos no coração, na oração, confiando tudo e todos ao Senhor. E declarou viver este momento com “grande confiança”, na certeza de que “a Palavra de verdade do Evangelho é a força da Igreja, é a sua vida”. “É esta a minha confiança, a minha alegria”.

Foi neste contexto que Bento XVI evocou o dia 19 de abril de 2005, quando assumiu o ministério de Pedro. Ouçamos as palavras com que, mais adiante nesta audiência, o Papa resumiu em português o essencial desta sua alocução: RealAudioMP3 

Queridos irmãos e irmãs,

No dia dezanove de Abril de dois mil e cinco, quando abracei o ministério petrino, disse ao Senhor: «É um peso grande que colocais aos meus ombros! Mas, se mo pedis, confiado na vossa palavra, lançarei as redes, seguro de que me guiareis». E, nestes quase oito anos, sempre senti que, na barca, está o Senhor; e sempre soube que a barca da Igreja não é minha, não é nossa, mas do Senhor. Entretanto não é só a Deus que quero agradecer neste momento. Um Papa não está sozinho na condução da barca de Pedro, embora lhe caiba a primeira responsabilidade; e o Senhor colocou ao meu lado muitas pessoas que me ajudaram e sustentaram. Porém, sentindo que as minhas forças tinham diminuído, pedi a Deus com insistência que me iluminasse com a sua luz para tomar a decisão mais justa, não para o meu bem, mas para o bem da Igreja. Dei este passo com plena consciência da sua gravidade e inovação, mas com uma profunda serenidade de espírito.


Na alocução mais desenvolvida, em italiano, Bento XVI convidou todos a renovarem a sua firme confiança no Senhor, a confiarem-se “como crianças nos braços de Deus (disse), na certeza de que esses braços sempre nos sustentam, permitindo-nos caminhar dia após dia, apesar da fadiga”.

“Agradeçamos ao Senhor por cada um dos nossos dias, com a oração e com uma vida cristã coerente. Deus ama-nos, mas espera também que nós o amemos!”

Mas não foi só a Deus que Bento XVI quis agradecer neste momento especial da sua vida e antes da conclusão do seu pontificado. Na verdade – recordou – “um Papa nunca está sozinho na condução da barca de Pedro, embora lhe toque a primeira responsabilidade”.

“Nunca me senti sozinho na (responsabilidade) de levar a alegria e o peso do ministério petrino. O Senhor pôs ao meu lado muitas pessoas que, com generosidade e amor a Deus e à Igreja, me ajudaram com a sua proximidade”.

E aqui o Papa mencionou expressamente: os cardeais, cuja “sageza, conselhos e amizade foram preciosos”, prosseguindo com os colaboradores mais diretos, desde o Secretário de Estado mas incluindo todos os que estão ao serviço da Santa Sé, muitos deles “na sombra, no silêncio e na dedicação quotidiana, com espírito de fé e de humildade”, “um apoio seguro e fiável”. Uma palavra de gratidão também ao Corpo Diplomático, representantes das Nações, e a “todos os que trabalham para uma boa comunicação”, um “importante serviço”. Menção de especial e afetuosa gratidão à “sua” diocese de Roma, a todos os irmãos no episcopado e no presbiterado, todos e todas as consagradas, e todo o Povo de Deus…

“nas visitas pastorais, nos encontros, nas audiências, nas viagens, sempre adverti grande atenção e profundo afeto; mas também eu quis bem a todos e a cada um, sem distinções, com aquela caridade pastoral que é o coração de cada Pastor, sobretudo do Bispo de Roma, do Sucessor do Apóstolo Pedro. Cada dia levei na oração cada um de vós , com coração de pai”. 

Bento XVI agradeceu também de todo o coração as numerosas pessoas de todo o mundo que nas últimas semanas lhe enviaram – disse – “comoventes sinais de atenção, amizade e oração”.

“Sim, o Papa nunca está só, experimento-o agora uma vez mais, de um modo tão grande que toca o coração. O Papa pertence a todos e tantíssimas pessoas sentem-se muito perto dele”.

Não foram só os “grandes do mundo” (chefes de Estado, chefes religiosos, representantes do mundo da cultura…) a escrever – esclareceu Bento XVI. Chegaram-lhe “também muitas cartas de pessoas simples”, que exprimem o que o coração lhes dita mostrando “todo o seu afeto, que nasce do estar conjuntamente com Cristo Jesus, na Igreja”…

“Escrevem como irmãos e irmãs ou como filhos e filhas, com o sentido de um elo familiar muito afetuoso. Aqui se pode tocar com a mão o que é a Igreja – não uma organização, não uma associação com fins religiosos ou humanitários, mas um corpo vivo, uma comunhão de irmãos e irmãs no Corpo de Jesus Cristo, que nos une a todos. Experimentar a Igreja neste modo e poder assim com que poder tocar com as mãos a força da sua verdade e do seu amor, é motivo de alegria, num tento em que tantos falam do seu declínio”.

“Nestes últimos meses senti que as minhas forças tinham diminuído (confessou Bento XVI),, e pedi a Deus com insistência, na oração, que me iluminasse com a sua luz para me fazer tomar a decisão mais justa, não para o meu bem, mas para o bem da Igreja”.

“Dei este passo na plena consciência da sua gravidade e também novidade, mas com uma profunda serenidade de espírito. Amar a Igreja significa também ter a coragem de fazer escolhas difíceis, dolorosas, tendo sempre presente o bem da Igreja, e não nós próprios”. 

Na parte final da sua alocução, Bento XVI voltou uma vez mais com o espírito ao início do seu pontificado, há oito anos atrás, ao dia 19 de abril de 2005, para sublinhar que com a sua renúncia não regressa a uma vida “privada”. “A gravidade da decisão (de assumir o ministério petrino) – observou ainda o Papa – estava precisamente também no facto de que a partir daquele momento ficava empenhado sempre e para sempre com o Senhor”.

“Sempre – quem assume o ministério petrino já não tem qualquer privacidade. Pertence sempre a totalmente a todos, a toda a Igreja. A sua vida vem, por assim dizer, totalmente retirada a dimensão privada. Pude experimentar, e experimento-o agora, que uma pessoa recebe a vida precisamente quando a dá”. 

“O sempre – insistiu Bento XVI – é também um para sempre – não é um regresso ao privado. A minha decisão de renunciar ao exercício ativo do ministério, não revoga isto”.

“Não regresso à vida privada, a uma vida de viagens, encontros, recepções, conferências, etc. Não abandono a cruz, mas permaneço de modo novo junto do Senhor Crucificado”. 

Embora “já sem o poder de ofício para o governo da Igreja”, Bento XVI declarou permanecer “no serviço da oração”, ficando “por assim dizer, no recinto de São Pedro”. E invocou o grande exemplo de São Bento, neste ponto. São Bento “mostrou a via para uma vida, que, ativa ou passiva, pertence totalmente à obra de Deus”.

E Bento XVI concluiu convidando todos a viver o caminho da Igreja numa atitude fé:

“Caros amigos! Deus guia a sua Igreja, sustenta-a sempre também e sobretudo nos momentos difíceis. Nunca percamos de vista esta visão de fé, que é a única verdadeira visão do caminho da Igreja e do mundo. No nosso coração, no coração de cada um de vós, haja sempre a jubilosa certeza de que o Senhor está ao nosso lado, não nos abandona, está perto de nós envolvendo-nos com o seu amor. Obrigado!”

Antes das palavras pronunciadas pelo Papa em português, Bento XVI foi saudado na nossa língua, por Mons. Ferreira da Costa…RealAudioMP3 

Não faltou como sempre a saudação aos peregrinos de língua portuguesa : RealAudioMP3 

Amados peregrinos de língua portuguesa, agradeço-vos o respeito e a compreensão com que acolhestes a minha decisão. Continuarei a acompanhar o caminho da Igreja, na oração e na reflexão, com a mesma dedicação ao Senhor e à sua Esposa que vivi até agora e quero viver sempre. Peço que vos recordeis de mim diante de Deus e sobretudo que rezeis pelos Cardeais chamados a escolher o novo Sucessor do Apóstolo Pedro. Confio-vos ao Senhor, e a todos concedo a Bênção Apostólica.

 

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1ª Conferência Regional sobre Turismo Religioso reúne ibiapabanos em Tianguá

 

Tianguá, 20 de fevereiro de 2013. Com o crescimento do turismo na Ibiapaba, por conta de suas belezas naturais e do clima da região, a Pastoral do Turismo no Brasil e a Diocese de Tianguá, desde o ano passado, iniciou um projeto com o objetivo de destacar também o Turismo Religioso na região.

A 1ª Conferência Regional sobre Turismo Religioso aconteceu nessa quarta-feira, 20 de fevereiro, no Seminário Diocesano, em Tianguá. O evento reuniu prefeitos, vereadores, secretários de turismo, meio ambiente, infraestrutura, além de setores relacionados ao turismo como proprietários de hotel, pousadas, restaurantes, representantes do Banco do Nordeste, da CAGECE e de outros segmentos da sociedade.

A abertura do encontro foi feita pelo Bispo Dom Javier Hernandez. Em seguida, os que formavam a mesa usaram a palavra e o representante da Secretaria de Turismo do Estado, Evaldo Mesquita, fez a palestra sobre o Turismo e Turismo Religioso no Ceará. Na segunda palestra, o Padre Chiquim, Coordenador Nacional da Pastoral do Turismo, proferiu sobre o tema ‘O que é Turismo Religioso’, em que abordou as diferenças do turista para o pelegrino, como também as várias manifestações desse segemento nas religiões.

No final das palestras, houve uma seção de debates, com perguntas para os palestrantes. À tarde, Ruben Moyano,  Coordenador Técnico da Pastoral do Turismo do Brasil, falou sobre a ‘Integração do Turismo Religioso’ e, na segunda palestra da tarde, o SEBRAE apresentou o tema ‘Contribuições ao Turismo pelo SEBRAE’.

Os presentes também puderam fazer perguntas aos palestrantes da tarde, o proprietário do Complexo de Lazer Rio’s, de Viçosa do Ceará, Edmilson Brandão, quis saber a respeito de que forma as empresas podem se especializar para receber o turista, que estão também interessados em fazer o turismo religioso. Ruben Moyano respondeu que a informação também é importante sobre o que está acontecendo no município relacionado ao evento religioso, como também a preocupação sobre a sustentabilidade, que é uma das palavra-chave para exploração desse segmento.

Após o encerramento do evento, os organizadores se reuniram com o Bispo Dom Javier e discutiram os próximos passos do projeto, dentre elas a visita técnica que o Secretário de Turismo, Bismarck Maia, e técnicos da SETUR farão ao Santuário de Fátima, que será também uma das ações para a criação de roteiros que envolvam todas as cidades da Ibiapaba e região.

Fonte: Correio da Ibiapaba

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Novena da Divina Misericórdia

Início

O Santo Padre João Paulo II na sua encíclica sobre a Misericórdia Divina (Dives in Misericórdia ), em 30 de Novembro de 1980, acentua bem a necessidade de confiança à Misericórdia de Deus. Ele sabe que o mundo nos nossos tempos, mais do que nunca, se afastou de Deus e de seus preceitos, e precipita-se no abismo do desespero. Por isso recorda aos fiéis: Em nenhum momento e em nenhum período da história, especialmente numa época tão crítica como a nossa, pode a igreja esquecer a oração que é um grito de apelo a misericórdia de Deus

A devoção à Divina Misericórdia

Esta devoção se baseia nos ensinamentos dados por Jesus à Irmã Faustina Kowalska. As formas dessa devoção, de extrema eficácia à salvação das almas, são: a Imagem, a Festa (1º domingo depois da Páscoa), a Novena, o Terço, e a Hora da Misericórdia (às três horas da tarde).

Irmã Faustina teve seus escritos proibidos por mais de 20 anos. Em 1978, a Santa Sé, após um exame minucioso de documentos originais aos quais não havia tido acesso antes, reverteu completamente a decisão de proibir a divulgação da imagem e da devoção à Divina Misericórdia. O Cardeal Karol Wojtyla, atualmente Papa João Paulo II, foi o maior responsável por essa reversão, como Arcebispo da diocese de Irmã Faustina em Cracóvia.

Irmã Faustina foi beatificada em 1994 e canonizada em 30 de abril de 2000, como Santa Maria Faustina do Santíssimo Sacramento.

A Apóstola da Divina Misericórdia

Helena Kowalska nasceu em 25 de Agosto de 1905 em Glogowice, na Polônia. Sua família era pobre, mas profundamente religiosa. Helena era dotada de grande inteligência, memória privilegiada e muito estudiosa. Mas, só pôde frequentar a escola durante três anos, pois necessitava ajudar a família. Foi preparada para receber a primeira comunhão com 9 anos de idade. Orama muito e recebia a Eucaristía todas as semanas na missa dominical.

Aos 15 anos parte para a cidade vizinha em busca de trabalho para ajudar a familia. Fica um ano e regressa com o propósito firme de dizer à sua mãe que deseja abraçar a vida religiosa. Sua mãe se opõe dizendo não possuir dinheiro para o dote exigido. A amargura invade seu coração. Aos 18 anos tenta novamente convencer os pais, mas em vão. parte, então, para a cidade industrial de Lódz, em busca de trabalho. Lá cumpre seus deveres de cristã levando uma vida comum de vaidades como suas companheiras, porém não encontrado satisfação em nada, mas sempre recebendo o chamado interior do Senhor.

Sofria muito com isso, como relata em seus escritos: Numa ocasião eu estava com minhas irmãs num baile. Quando todos se divertiam, minha alma sentia tormentos interiores. No momento que comecei a dançar, de repente vislumbrei Jesus ao meu lado, Jesus sofredor, despido de suas vestes, todo coberto de chagas, que me disse estas palavras: “Até quando te suportarei e até quando su me enganarás?

Tentando disfarçar o ocorrido, deixei dissimuladamente minhas irmãs e companheiras e fui à Catedral de São Estanislau Kostka. Deixei-me cair diante do Santíssimo Sacramento e pedi ao Senhor que me desse a conhecer o que devia fazer.

Então ouvi estas palavras:”Vai imediatamente à Varsóvia e lá entrarás no convento.Imediatamente contei as minhas irmãs que deveria partir para Varsóvia, fis minha mala e disse a elas que se despedissem por mim de meus pais. Desci do trem sem saber a quem me dirigir e disse à Nossa Senhora: “Maria, dirigi-me, guia-me“. Imediatamente ouvi em minha alma que saísse da cidade e fosse a certa aldeia, onde poderia passar a noite em segurança. Foi o que fiz. No dia seguinte bem cedo, vim à cidade e e entrei na primeira igreja que encontrei e comecei a rezar.

As missas se sucediam e em uma delas ouvi estas palavras: “Vai falar com esse padre e ele te dirá o que deves fazer em seguida” Fui à sacristia e contei o ocorrido e pedi conselho para saber qual convento ingressar. Por enquanto, disse o padre: vou enviar-te a uma senhora piedosa com a qual ficarás até ingressar no convento, a qual me recebeu muito bem. Depois de muito procurar e ser recusada, bati à porta do convento onde a madre superiora me recebeu e depois de uma breve conversação, disse-me que eu falasse com o Senhor da casa e perguntasse se ele me aceitaria.

Fui até a capela e perguntei a Jesus: Senhor, Vós me aceitais? e logo ouvi esta voz: Eu te aceito, tu estás em meu Coração. Voltei e madre me aguardava. Então perguntou se o Senhor me aceitava. Respondi que sim ela me disse: Se o Senhor aceita, então eu também aceito. Citado convento pertencia à Congregação da Mãe de Deus da Divina Misericórdia. Mas Helena não poude entrar imediatamente, pois não tinha o dote. Teve que trabalhar durante um ano e juntar o dinheiro. Em 1º de Agosto de 1925, Helena atravessou , cheia de alegria, o umbral do convento. Após três semanas, Helena já não se achava tão contente, pois percebeu que havia pouco tempo para as orações.

Começou a achar que devia ingressar em uma congregação mais religiosa. Nos dias que se seguiram, este pensamento a atormentava e estava decidida a falar com a madre superiora, mas não conseguia. Certa noite entrou para a sua cela e as luzes estavam apagadas. Deitou-se no chão e rezou muito. Depois de um momento, sua cela clareou-se e viu o rosto de Nosso Senhor, muito triste.. Chagas vivas em toda a face e grandes lágrimas caiam na colcha da cama. Então perguntou a Jesus: Jesus, quem vos infligiu tanta dor? e Jesus respondeu:”Tu me infligirás tamanha dor se saíres desta ordem! Chamei-te para cá e não a outro lugar e preparei muitas graças para ti.

Helena disse ter pedido perdão a Ele e mudado a sua decisão. No dia seguinte confessou-se e passei a sentiu-se feliz e satisfeita. Depois de dois anos, em 30 de Abril de 1928, Ir. Maria Faustina faz os votos temporários. Ë enviada para Varsóvia e trabalha na cozinha das irmãs e das alunas. no ano de 1931 é enviada ao convento da cidade de Plock e permanece até 1932. Em 1933 regressa à casa de Cracóvia e em 1º de maio faz a profissão perpétua. Poucos dias depois Ir. Faustina é enviada à cidade de Vilna e lá permanece três anos.

Esse período é bastante importante em sua vida espiritual que encontra seu mentor espiritual o padre Miguel Sopocko, confessor do convento, que ajuda -a no desenvolvimento do culto da “Divina Misericórdia“, juntamente com a superiora do convento. O artista – pintor Edmundo Kazimierowski – pinta a imagem “Jesus, eu confio em vós“, de acordo com as indicações de Ir. Faustina. Em 11 de maio de 1936 ela regressa à Cracóvia. Sua saúde já enfraquecida desde 1932, decai até o ponto de não mais poder executar as tarefas. A superiora a envia a uma casa de saúde perto de Cracóvia. Seu comportamento durante a doença é um hino permanente à Divina Misericórdia, bem como um exemplo de paciência diante da dor, de humildade de completa entrega à vontade divina. Em 05 de Outubro de 1938, Ir. Faustina abandona esta terra, com a vista cravada no crucifixo, tranqüila, sem queixas.

”A HUMANIDADE NÃO ENCONTRARÁ A PAZ ENQUANTO NÃO SE VOLTAR, COM CONFIANÇA, PARA A MINHA MISERICÓRDIA” (Diário, 300)

Principais Elementos da Devoção

1. A Imagem de Jesus Misericordioso

Em 22 de fevereiro de 1931, Santa Faustina teve uma visão de Jesus, vestido de túnica branca, com a mão direita levantada para abençoar, e a esquerda sobre no peito, de onde saíam um raio vermelho e outro branco. Disse-lhe Jesus: Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós Prometo (a quem a venerar) já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na hora da morte. Eu mesmo a defenderei como Minha própria glória. Santa Faustina perguntou o significado dos raios da Imagem. Jesus respondeu:

O raio pálido significa a Água que justifica as almas; o raio vermelho significa o Sangue que é a vida das almas.

2. A Festa da Misericórdia

O Diário de Santa Faustina revela que esta festa é um desejo de Jesus: Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas,especialmente para os pecadores. Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. Jesus deu a essa Festa tamanha importância que chegou a dizer:

O Meu coração se alegra com essa Festa. A Festa da Misericórdia Divina, celebrada no domingo depois da Páscoa, foi instituída pelo Papa João Paulo II no dia 30 de abril de 2000.

3. A Novena à Misericórdia

Cada dia da novena se inicia com uma intenção particular, proposta pelo próprio Senhor. Santa Faustina acata as intenções propostas e compõe uma série de pequenas orações. Jesus disse: Desejo que, durante estes nove dias, conduzas as almas à fonte a Minha misericórdia, a fim de que recebam força, alívio e todas as graças de que necessitam (…) Cada dia, conduzirás ao Meu Coração um grupo diferente de almas e as mergulharás nesse oceano da Minha misericórdia. As intenções e invocações para a novena estão no Diário, nos números 1210 a 1229.

4. O Terço da Misericórdia

Trata-se de outra forma de devoção ensinada por Jesus a Santa Faustina. O Senhor lhe disse: Essa oração serve para aplacar a Minha ira. Tu a recitarás por nove dias, por meio do Terço do Rosário, da seguinte maneira:

Primeiro dirás o “Pai Nosso”, a “Ave Maria” e o “Credo”. Depois, nas contas de Pai Nosso, dirás as seguintes palavras:

“Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro”. Nas contas de Ave Maria, rezarás as seguintes palavras: “Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.” No fim, rezarás três vezes estas palavras: “Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro”.

5. A Hora da Misericórdia

A forma de culto à Misericórdia Divina é a recordação da hora em que se deu a morte redentora na Cruz, hora em que, do coração de Cristo, jorraram Sangue e Água como fonte de misericórdia para nós. Eis as palavras de Jesus: Às três horas da tarde, implora à Minha misericórdia especialmente pelos pecadores e, ao menos por um breve tempo, reflete sobre a Minha Paixão, especialmente sobre o abandono em que Me encontrei no momento da agonia. Esta é a Hora de grande misericórdia para o Mundo inteiro. Permitirei que penetres na Minha tristeza mortal. Nessa hora nada negarei à alma que Me pedir pela Minha Paixão.

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